Coisas para se fazer no elevador.


Quando houver só uma pessoa no elevador, dê um tapinha no ombro dela e finja que não foi você;

Aperte os botões do elevador e finja que eles dão choque. Sorria e faça de novo;

Se ofereça para apertar os botões para os outros (”qual é o seu?”), mas aperte os botões errados;

Segure a porta e diga que está esperando por um amigo. Depois dê um tempo, deixe a porta fechar e diga: “Olá amigo. Como vai você?”

Deixe cair sua caneta e espere até alguém se oferecer para pegá-la, então grite: “É minha!”;

Traga uma câmera e tire fotos de todos no elevador;

Deixe uma caixa no canto, e quando alguém entrar, pergunte se elas ouvem um tique-taque;

Finja ser uma aeromoça e revise os procedimentos de emergência com os passageiros;

Pergunte: “Você sentiu isso?”;

Quando a porta se fechar, fale: “Tudo bem. Não entrem em pânico. Ela abrirá novamente”;

Mate moscas que não existem;

Diga às pessoas que você pode ver suas auras;

Grite “Abraço grupal!!!”, e então force-as.

Faça caretas dolorosamente enquanto bate na sua testa e murmure: “Calem a boca, todos vocês! Calem a boca!”;

Abra sua pasta ou bolsa, e enquanto olha dentro, pergunte: “Tem ar suficiente aí dentro?”;

Fique quieto e parado no canto do elevador, encarando a parede;

Coloque uma marionete na mão e use-a para falar com os outros;

Faça barulhos de explosão quando alguém apertar um botão qualquer;

Encare outro passageiro por um tempo, e fale: “Estou usando meias novas”;

Desenhe com um giz um pequeno quadrado no chão e diga para os outros: “Este é o MEU espaço”.

Encoste a orelha na parede e pergunte se ninguem está ouvindo o barulho de um cabo se rompendo.

Fale do nada bem alto: FACA!

Fale para a outra pessoa vocexidlkdkvmlwetp… Ela dirá ”o que?”.Você diz “nada não”

Coloque a mão no ouvido e sussurre (de modo que a outra pessoa escute) coisas sobre uma missão de espionagem.

Finja estar jogando xadrez pelo celular, por exemplo: Eu movo a torre na E8!Depois você diz: Pelos meus cálculos, Xeque-mate! Ou diga um simples XEQUE MATEEEEEEE!

Carregue um pequeno pote que estará escrito nele veneno e quando a pessoa olhar para o pote e ler o que está escrito você olha para ela com cara de mal (ultima parte opcional)

Finja estar falando no celular e fale: meu alvo já esta aqui perto…

Quando estiver saindo do elevador deixe sair “sem querer” uma de suas sandálias, se alguém disser: ”ei! Suas sandálias”, diga: não são minhas…

Finja atender seu celular e fale uma língua doida.

Quando alguém entrar, retire um papel e um lápis e comece a olhar para ela e desenhar.

Retire dois bonecos do bolso e comece a brincar com eles. Depois de um tempo, pergunte: quer brincar?

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Fanfic CDZ


É meio…. Imenso, sei disso.

Parte 1

Olho-me no espelho pela enésima vez.

Resultado: Nada de espetacular, mas também não estou ruim. Estou… normal. Ora, quando eu vou admitir que eu sou normal? Bem, não no sentido total da palavra, especialmente naquele sentido que se refere à condição mental e emocional de uma pessoa. Nesse ponto, eu sou muito pouco normal.

Mas no que diz respeito à aparência…

Minu Setsuna.

Vinte e seis anos.

Altura normal. Tudo bem… altura um pouco abaixo do normal.

Peso normal. Normal mesmo!

Cabelos comuns: pretos e lisos que chegam até o ombro.

E um rosto muito… normal.

Na escola sempre fui uma aluna normal. Sempre na média. Na faculdade de jornalismo também. E no meu atual emprego – em um dos maiores jornais da cidade – faço bem o meu trabalho, mas sei que estou longe de ser indispensável.

No momento, estou solteira. Ok, ok, estou encalhada. Muito encalhada. Esse meu estado civil não muito animador não se deve exclusivamente ao fato de eu ser apenas “normal”. Talvez influencie um pouco. Mas os fatores principais são três:

1: A maioria dos homens interessantes estão presos na armadilha do casamento.

2: Um parte, também significativa, é homossexual. Nada contra, mais isso só me ajuda a parecer mais encalhada.

3: Eu tenho o péssimo costume de comparar os homens desimpedidos e heterossexuais a ele. E bem… comparados a ele, todos parecem normais demais.

Enfim, não preciso dizer que estou passando todo esse tempo me preocupando com a minha roupa porque vou me encontrar com ele, né? Infelizmente, não é exatamente um encontro. É a reunião mensal do nosso grupo de amigos. Atualmente, dos nossos dez amigos, só eu e ele estamos solteiros. Por que será que ele não se toca que nós podemos formar um casal tão interessante e bonito quantos os demais?

Casal 1: Seiya e Saori.

Seiya é o meu melhor amigo. Não desmerecendo os demais, lógico. Entretanto, nós sempre nos demos muito bem. O resto do nosso grupo ficava me perturbando, na época da escola, dizendo que eu gostava dele mais do que uma amiga gostaria. Ridículo! Seiya é como um irmão pra mim. Um irmão meio pentelho, mas um irmão. Já a Saori… Ela não era do nosso grupinho até agarrar o Seiya. Ops, até eles começarem a namorar. Algo me diz que ela não vai muito com a minha cara. Sem problemas, eu também não vou muito com a dela também.

Os dois se conheceram quando o Seiya (que é formado em Administração de Empresas) foi contratado para trabalhar na empresa do avô dela. Eu não tenho nada contra o relacionamento dos dois. De verdade! Se o Seiya acha que ela é a mulher ideal pra ele, só me restar apoiar e desejar felicidades.

Casal 2:Shiryu e Shunrei.

Acho que esse é o casal mais fofo do nosso grupo. Os dois são calmos, inteligentes e qualquer pessoa percebe em pouquíssimo tempo que eles se amam de verdade. São únicos casados do grupo. A Shunrei passou a fazer parte do grupo quando começou a namorar o Shiryu. O Shiryu estudou comigo. Na escola éramos eu, ele, o Seiya, o Hyoga e o Shun. Ficamos conhecidos como O Quinteto. O Shiryu sempre foi o mais inteligente (a disputa com o Hyoga era acirrada). Acho que sobre esse casal não tenho muito mais o que acrescentar. Ah, o Shiryu é médico e a Shunrei é enfermeira.

Casal 3: Hyoga e Eire.

A Eire é a minha melhor amiga. Sabe aquela amiga que te ajuda depois que você se empolgou e ficou bêbada? Aquela que te ajuda a escolher a roupa para um encontro importante (esse não é um exatamente encontro, por isso não conta!? Aquela que dá opiniões sinceras sobre o seu namorado (tá certo que eu não tive muitos, mas…)? Enfim, a Eire é uma pessoa maravilhosa! Ela é jornalista como eu. Nós nos conhecemos no Jornal. Ela entrou no grupo por minha influência. Só que em pouco tempo ela e o Hyoga se apaixonaram. Eu adoro o Hyoga. Ele gosta de me perturbar e tem um jeitinho prepotente, mas é um cara legal. Ah, o Hyoga é advogado.

Casal 4: Shun e June.

O Shun é o cara mais bondoso que eu já vi. A June também é um amor. Eles são arquitetos e se conheceram na faculdade. Estão noivos, mas não tem data do casamento definida. Torço pra que seja logo, quem sabe eu posso pegar o buquê?

E bem, o décimo membro do grupo é ele.

Ikki Amamiya.

Vinte e sete anos. Engenheiro civil. Irmão do Shun, porém eles não poderiam ser mais diferentes. Ele sempre andou com a gente.

Ele sempre adorou me perturbar.

Ele é sarcástico, irritante, arrogante, lindo…

Desde que eu me entendo por gente sou apaixonada por ele. E bem… parece que pra ele sempre fui Minu: a amiga chatinha do meu irmão.

Sete e vinte e cinco.

Volto a prestar atenção na minha imagem refletida no espelho. E sabe de uma coisa? Dane-se! O vestido pelo qual eu paguei uma parte considerável do meu salário não ficou tão bom como ficava na manequim da loja, mas dane-se! Não estou tão mal assim.

Cheguei ao clube pouco depois das oito horas, que era o horário marcado. O lugar estava cheio, e não foi tão fácil chegar à mesa que os amigos sempre ocupavam. No caminho quase estapeei uma loira que quase queimou seu vestido com cigarro. Por que sempre tinham que se reunir naquele lugar?

Felizmente, consegui encontrar meus amigos viva e com todos os membros no lugar. Não podia dizer o mesmo cabelo. Por falar em cabelo… De que quem era aquela quarta massa de cabelos loiros? Uma era do Hyoga, outra era da Eire, e a outra da June. Mas… de quem era a quarta?

Lentamente desci minha visão até a dona daqueles lindos e impecáveis cabelos loiros. E não a reconheci. Ou melhor, percebi que não a conhecia. Mas conhecia o braço que estava sobre o ombro dela. Aquele braço lindo e musculoso pertencia ao Ikki.

-Minu! Até que enfim você chegou!

Era Seiya, alegre como sempre. Só que no momento toda aquela alegria só servia pra me irritar ainda mais. Queria voar no pescoço daquela loira aguada e saber o que ela era do Ikki, onde ela o tinha conhecido, e… e não podia ficar parada encarando a loira. Forçando um sorriso respondi.

– Olá, pessoal! Desculpem o atraso.

– Não me lembro de uma reunião nossa que você não tenha dito a mesma coisa.

Óbvio que o comentário mordaz só poderia ter saído da linda boca do Ikki.

– Boa noite pra você também, Ikki!

Shun mostrou que era quase um anjo caído do céu, quando disse:

– Sente-se na minha cadeira, Minu. Enquanto eu pego mais uma.

Ah, não! Já era demais! Eu me atrasei dez minutos e a loira já tinha ocupado a minha cadeira. Que absurdo! O garçom sabia que sempre iam dez pessoas e deixava a mesa reservada. Respirei fundo para não pular mesmo no pescoço da garota. Forcei outro sorriso, e agradeci a Shun que já voltava com a sua cadeira.

– Então, sobre o que falavam antes de eu chegar?

– Sobre a sua incapacidade de chegar no horário em um compromisso.

Na impossibilidade de fazer um gesto obsceno, levantei uma sobrancelha para mostrar pra Ikki o quanto eu tinha adorado a provocação dele.

– É mentira, Minu. – Foi a minha grande amiga, Eire, quem me ajudou – Nós também acabamos de chegar. E o Ikki estava apresentando a Esmeralda.

Esmeralda. Claro que essa figura angelical sentada na minha frente só podia ter um nome tão meloso quanto “Esmeralda”. Mas que diabos o Ikki viu nela? O estilo angelical, definitivamente, não era o dele.

Fazendo um esforço sobre-humano tentei mostrar o meu sorriso mais amigável para aquele ser a minha frente.

– Oi, Esmeralda! Tudo bom?

Para a minha irritação aumentar, o sorriso de Esmeralda parecia sincero ao dizer:

– Oi, Minu! Tudo bem. O Ikki me falou de você.

– Oh, sou bem realista para acreditar que as coisas que o Ikki falou não são muito agradáveis, mas não acredite totalmente nele.

– Oh, não… – Esmeralda começou, mas Ikki a interrompeu.

– Então, Minu. Eu ia começar a apresentar a minha namorada.

Engolindo em seco depois de ouvir “minha namorada”, incentivei:

– Fique à vontade.

– É, Ikki. Conte-nos como conheceu a Esmeralda. – Shiryu apoiou.

– Umas três semanas atrás, eu fui contratado para dar a minha opinião…

– Eles pagam por uma opinião sua? Onde esse mundo vai parar?

Não pude me conter! Como era bom ser sarcástica! E como era bom ser sarcástica com Ikki.

Seiya, eu e Eire rimos. Os demais, com exceção da Saori e do Ikki, sorriram levemente. Até mesmo a Esmeralda sorriu. Saori continuou com a sua expressão normal. Não disse que ela não vai com a minha cara?

Ikki franziu a testa. Mesmo assim ele continuava lindo!

– Mais alguma gracinha, Minu?

Fiz que não com a cabeça, e ele continuou.

– A empresa que me chamou era do pai da Esmeralda, e lá eu a conheci.

Meu Deus! Como os meus amigos gostam de dar o golpe do baú! Primeiro o Seiya e agora o Ikki. Será que o meu problema é dinheiro?

Meu estômago embrulhou ao ver o sorriso meigo que ela dava pra ele.

Preciso de uma bebida.

Ele também sorriu pra ela.

Uma bebida urgente.

Pedi para Shun que chamasse o garçom, que rapidamente veio e anotou os pedidos.

A conversa continuou animada. Hyoga contou sobre os casos que defendera naquele mês. Shun e June contaram que tinham conseguido uma conta importante. Shiryu e Shunrei falavam sobre o surto de uma doença qualquer que estava preocupando as autoridades. Seiya e Saori contaram que a empresa ia bem, enfim cada um falava sobre os seus empregos. E tudo parecia maravilhoso para Esmeralda, que sorria de tudo. O San Remi com gelo me ajudava a suportar os sorrisos melosos dela e ainda assim conseguir resistir a vontade de sair correndo.

Até que ela perguntou.

– E você, Minu? É jornalista, não?!

Será que Ikki não falou tão mal de mim? Ora não seja boba, Minu. Ele deve ter falado “Ah, a Minu é uma jornalista sensacionalista que…”

– Minu?

Novamente foi a minha querida amiga Eire que me trouxe novamente para a realidade.

– Oh, desculpe. Sim, Esmeralda. Sou jornalista. Trabalho no mesmo jornal que a Eire…

Parei de falar ao escutar meu celular tocar.

– Licença. – Pedi.

– Alô? – Atendi e me levantava para ir para um lugar mais reservado.

– Alô. Minu? Tudo bem? Sou eu, Marin.

– Oi, Marin! Tudo bom e com você?

Marin é a minha superior no jornal. Gosto dela. E ah, o marido dela é lindo! Mas, como não sou do tipo “destruidora de casamentos”…

– Tudo. Quer dizer, mais ou menos. Preciso de um favor.

– Pode falar.

– Será que você poderia cobrir o meu turno amanhã de manhã?

– Claro, Marin.

– Obrigada, Minu. Desculpe não quero estragar a sua noite de sábado.

– Tudo bem. Boa noite.

Nos despedimos.

Estragar minha noite de sábado? Oh, fique tranqüila, Marin, uma loira irritantemente simpática já o fez.

Então, eu tive uma idéia que me pareceu genial.

Retornando para a mesa, expliquei. Ou melhor, inventei:

– Desculpe, pessoal, mas tenho que ir.

– Quem era? – Ikki perguntou.

Claro que eu poderia mentir que era aquele ator maravilhoso que eu entrevistei na semana passada, mas daí já seria abusar da sorte.

– Era a Marin, minha chefe. Estão precisando de mim no jornal. – Lancei um olhar significativo para Eire, ela rapidamente entendeu que era mentira, mas que não era para ela nem sonhar em contar a verdade.

– Sinto muito.

– Tudo bem. – Shun disse. E os demais concordaram.

Deixei o dinheiro referente à minha parte na conta, me despedi. E voltei pra casa. Sozinha.

Também, por que eu fui me apaixonar por alguém como Ikki Amamiya?

Liga da Justiça – Live Action [2]


Hoje voltamos com o querido Lanterna Verde.

Que pode ser representado, carinhosamente, pelo Will Smith! Mas… O que fazer pra acabar com ele? Chame a Cia. de Energia local.

Não! Eu sabia que devia ter pago a conta de luz!!!

Top 10 dos Maiores Mistérios da Humanidade.


Incidente em Roswell
– No dia 8 de julho de 1947, em Roswell (Novo México, Estados Unidos) o jornal Roswell Daily Record publicou em primeira página a notícia de que o 509º Grupo de Bombas do Exército havia tomado posse dos destroços de um disco voador: RAAF [Roswell Army Air Field] captura disco voador em rancho na região de Roswell, era o título da manchete. Aparentemente o objeto caiu em um rancho em Roswell e até hoje pouco se sabe, e o que se sabe é mantido em segredo pelas autoridades máximas.

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9 – As Linhas de Nazca
– Desenhadas na planície do deserto de Nazca, no Peru, estão gigantescas figuras difíceis de ver ou perceber do chão. Nada se sabe sobre quem as criou, nem por que e como. Os desenhos, que podem chegar até 270 metros de comprimento, representam figuras detalhadas, geralmente animais ou plantas, ou padrões geométricos e se tornaram sensação quando foram sobrevoadas de avião pela primeira vez na década de 1930. Alguns escritores, como o suíço Erich von Däniken, afirmam que os desenhos não poderiam ser criados com a tecnologia da época e que são provas do contato de seres extra-terrestres com os povos da região.

8 – A Ilha de Páscoa

– Exploradores quando chegaram não tomaram o cuidado em preservar nada e assim contribuiram para a deterioração da ilha e de seus habitantes. Muitos ainda são os mistérios que permanecem na ilha que não possuem explicação. Como as famosas esculturas de humanóides que lá se encontram.

7 – Templo de Saqqara
– Imagens de um templo egípcio mostram sacerdotes fazendo oferendas a um ser estranho, muito semelhante a um extra-terrestre. E ampliando a imagem percebemos que ela contrasta com os desenhos típicos da arte egípcia, com olhos avantajados e negros, corpo esguio, pequeno e incolor. Descrição semelhante a extraterrestres do tipo Grey.

6 – Cabelos de Anjo
– ‘Cabelo de Anjo’ é uma substância de origem desconhecida que cai do céu e desaparece ao menor contato físico. Seu nome vem de sua semelhança com fios de cabelos bem finos, ou teias de aranha. A ocorrência da queda de Cabelos de Anjo foi observada em vários lugares do planeta, especialmente nos Estados Unidos, Europa Ocidental, Austrália e Nova Zelândia. Muitos acreditam que a substância é deixada por discos voadores já que relatos aparição de OVNIS é comum quando os Cabelos de Anjo são encontrados.
– Na década de 90 a cidade Alessandria na Itália amanheceu coberta pelos filamentos misteriosos, casas, carros e ruas todas cobertas. Cientistas analisaram amostras e concluíram que o material era sintético, descartando, portanto, a teoria de ser teia de aranha.

5 – A Mortalha de Turim
– A mortalha de Turim é um pedaço de linho que contém a imagem de um homem que aparentemente morreu de crucifixão. Muitos católicos o consideram como sendo o manto que envolveu o corpo de Jesus Cristo. Atualmente está guardado na Catedral de São João Batista, em Turim, Itália. Apesar de várias investigações científicas, ninguém ainda conseguiu explicar como a imagem foi impressa na mortalha, e apesar de várias tentativas, ninguém ainda conseguiu replicar o feito. Testes de radiocarbono o dataram como da Idade Média, porém os apologistas do sudário acreditam que ele é incorrupto e a datação por carbono só pode datar coisas que decaem. Anterior à idade média, relatos da mortalha existem como a Imagem de Edessa – confiavelmente reportados desde pelo menos o século 4. Além disso, outro tecido (o Sudário) conhecido desde os tempos bíblicos (João 20:7) é dito ter coberto a cabeça de Cristo na tumba. Um estudo de 1999 de Mark Guscin, um membro da equipe de investigação multidisciplinar do Centro Espanhol de Sindonologia, investigou a relação entre os dois tecidos. Baseado na história, patologia forense, tipo sangüíneo (do Sudário é relatado ter manchas de sangue AB), e padrões de manchas, ele concluiu que os dois tecidos cobriram a mesma cabeça em dois períodos distintos, mas próximos de tempo. Avinoam Danin (um pesquisador da Universidade Hebréia de Jerusalém) concordou com esta análise, acrescentando que os grãos de pólen no Sudário são os mesmos da mortalha.

4 – Machu Pichu
‘A cidade Perdida dos Incas’ é uma cidade pré-colombiana bem preservada, localizada no topo de uma montanha, a 2400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, atual Peru. Pouco se descobriu sobre ela até hoje. Apenas que tinham uma forte atividade astronomica e que rituais e a mumificação dos mortos eram comuns. Não se tem rastro da população de Machu Pichu.


3 – O triângulo das Bermudas
– Área na America central que provavelmente possui uma carga eletromagnética altíssima e que já foi “responsável” pelo desaparecimento de inúmeras embarcações e aviões, principalmente militares. Relatórios oficiais do governo dos EUA comprovam o desaparecimento de pelo menos 1 grande avião e 3 aviões pequenos. Fora os mistérios que ainda não se sabe, o Discovery Channel já criou até um documentário sobre o estranho fato.

2 – Atlântida
– Existem muitas teorias sobre a verdadeira localização de Atlântida. É conhecida lenda de Atlântida escrita por Platão, que escreveu sobre a bela, tecnologicamente avançada ilha-continente, em 370 a.C, mas a descrição que o filósofo fez de sua localização foi limitada e vaga. Muitos, é claro, concluíram que Atlântida nunca existiu. Aqueles que ainda acreditam na sua existência têm procurado por evidências ou ao menos pistas em praticamente todo canto do mundo. As famosas profecias de Edgar Cayce dizem que remanescentes de Atlântida seriam encontrados perto de Bermuda, e em 1969 formações geométricas de pedras foram encontradas próximas a Bimini. Outros locais propostos para a localização de Atlântida incluem: Antártida, México, ao largo da costa da Inglaterra, possivelmente até ao largo da costa de Cuba. São muitas as controversias da localização.

1 – O “sinistro” Calendário Maia
– Existe muito falatório sobre as supostas profecias do Calendário Maia. As pessoas estão mais preocupadas com ele do que as catástrofes previstas do ano 2000. Toda a preocupação está baseada na descoberta de que o calendário maia de ‘Conta Longa‘ termina em uma data que corresponde ao nosso 21 de Dezembro de 2012. O que isto significa de verdade? O fim dos tempos por alguma catástrofe global? Uma nova era para a humanidade? Profecias de todos os tipos possuem uma extensa tradição de não acontecerem. Mas a única maneira de sabermos é esperar para ver.

Compilação de “Antes e Depois” [2]


Vamos ver como estão os atores de “Um Maluco no Pedaço”

Na semana que vem, Chaves!

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