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A Pedra Filosofal.


A Pedra filosofal ainda é um grande mistério para todos nós. O chato foi achar uma imagem que não fosse relacionada a Harry Potter. Achei essa que mais parece aquelas bolinhas pula-pula, me desculpem, leitores.

A Pedra Filosofal (Medicina Universal, Lápis Filosoforum) era o principal objetivo dos alquimistas.  Segundo a lenda, era um objeto que poderia aproximar o homem de Deus.  Com ela o alquimista poderia transmutar  qualquer metal inferior em ouro, como também obter o Elixir da Longa Vida (Elixir da Vida Eterna) que permitiria prolongar a vida indefinidamente. O trabalho relacionado com a pedra filosofal era chamado pelos alquimistas de “A Grande Obra” (ou “Opus Magna“, em latim). A lenda da pedra filosofal não existe na alquimia chinesa.

A busca por esta pedra filosofal é, em certo sentido, semelhante a busca pelo Santo Graal das lendas arturianas. Em seu romance Parsifal, Wolfram von Eschenbach associa o Santo Graal não a um cálice, mas a uma pedra que teria sido enviada dos céus por seres celestiais e teria poderes inimagináveis.

Cultura popular

Existem várias referências à Pedra Filosofal na cultura popular, por exemplo:

  • É citada no livro/filme Harry Potter e a Pedra Filosofal;
  • É citada no livro O Símbolo Perdido de Dan Brown;
  • Citada no mangá/ anime Fullmetal Achemist;
  • É citada no mangá/ anime YuGiOh Gx;
  • Citada na capa do álbum Rust in Peace, da banda de metal, Megadeth;
  • É citada no livro Grimpow – o eleito dos templários de Rafael Ábalos;
  • É citada na minissérie “Deu a Louca no Tempo”, da Globo;
  • É citada no jogo Castlevania: Lament of Innocence;
  • É citada como uma carta mágica no jogo The Embodiment of Scarlet Devil, da série Touhou Project,  usada por Patchouli Knowledge (“Signo dos Cinco Elementos – A Pedra Filosofal”).
  • O Livro O Alquimista, do autor Paulo Coelho conta um pouco da história.
  • No jogo Tomb Raider Cronicles, um dos artefatos que a protagonista, Lara Croft, encontra é a pedra filosofal.
  • Na Série Merlin Exibida BBC/UK.

Este site fala mais sobre a pedra para quem estiver interessado.  (A Casa Do Aprendiz).

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#comofaz?


diluvio

diluvio

Ok, a imagem não é de um dilúvio (juraaa????), mas imaginem que seja… u_u

Sabemos todos das coisas que andam acontecendo por aí nos últimos tempos. O que ninguém anda percebendo é, que ao olhar para o vizinho, estamos ignorando os irmãos.

Largando as metáforas e falando sério. Entendo que o Haiti precisa de muita ajuda, que as coisas estão críticas por lá, mas… E o nosso país? E as crianças que estão disponíveis para adoção, as chuvas no Rio de Janeiro e em São Paulo?

Gente, ser solidário não é apenas ajudar os que estão extremamente necessitados, mas os que estão menos também!

Passamos todos os dias por crianças de rua, pessoas sem casas e sem emprego, e precisaremos de mais o que pra ajudar? Não vou fazer aquele discurso de “Precisamos nos unir”, afinal, todos estão conscientes do que precisam fazer, mas nessa hora, precisamos olhar para todos, inclusive para os que estão próximos.

Me desculpem pelo texto chato, mas é que a minha indignação foi maior que a minha própria pessoa.

O 13º Signo Zodiacal.


Zodíaco

Zodíaco

Nos últimos tempos, temos visto alguma polêmica e alguns mal-entendidos no que diz respeito aos signos do zodíaco e às constelações que o mesmo contém. Na verdade, não devemos fazer confusão entre signo e constelação zodiacal. Os signos, em número de doze, correspondem cada um à divisão de 30 graus do círculo zodiacal ( 360 /12 = 30), os quais recebem o nome da constelação mais significativa daquela região do céu conforme os povos antigos que criaram tal concepção de organização estelar, e que a Astrologia adotou e ajudou a popularizar.

As constelações sempre tiveram, desde a época das civilizações mais antigas, a importante função de dar uma organização ao céu, facilitando sua leitura e ajudando na identificação dos astros. Sempre representaram uma verdadeira cartografia do céu. Acontece, contudo, que até o início deste século, a delimitação das constelações não respeitava um critério padrão, existindo cartas celestes com limites irregulares, além de arbitrários e ainda com algumas linhas curvas. Havia também mapas e globos celestes com configurações artisticamente elaboradas, sem a precisão do rigor científico, como ainda constelações que eram identificadas por linhas arbitrárias que interligavam suas estrelas.

Foi a partir de 1922, quando da criação da União Astronômica Internacional (UAI), que o conceito de constelação começou a mudar e surgiu Ofiúco (Ophiucus) como uma 13a constelação zodiacal. Durante a assembléia geral da UAI em 1925, em Cambridge, foi criado um grupo de trabalho para estudar a questão das delimitações das constelações, surgindo daí a proposta de criação de regiões na esfera celeste, tal como um país dividido em estados. Assim, a esfera celeste foi dividida em 88 regiões, também chamadas constelações, com tamanhos variados e delimitações bem definidas e retilíneas. Cada região recebeu o nome da principal constelação nela predominante e todas aquelas cortadas pela linha da eclíptica (linha que no céu, vista da Terra, representa o caminho percorrido pelo Sol durante o ano) passaram a ser consideradas zodiacais.

Convém explicar que o zodíaco é um círculo ou faixa de 17 graus no céu, que abrange toda a esfera celeste e que tem no centro a linha da eclíptica. Foi desta forma, então, que o zodíaco acabou por ser premiado com 13 regiões ou constelações, que são: Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião, Ofiúco, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes. Convém salientar novamente que para ser considerada zodiacal a constelação deve ser atravessada pela linha da eclíptica, ou seja, o sol deve cruzá-la ao longo do ano. Acontece que depois de passar por Libra e Escorpião, o sol cruza Ofiúco de 30 de novembro a 17 de dezembro, antes de entrar em Sagitário. Porém, esta passagem do sol por Ofiúco não é considerada pela astrologia.

Do modo como foi organizado o céu pela UAI, todas as treze constelações ocupam espaços diferentes ao longo da linha da eclíptica, o que significa dizer que a divisão do zodíaco em doze signos de trinta graus cada um é puramente arbitrária e segue apenas a tradição dos povos antigos. Ofiúco é uma constelação um tanto extensa, sendo conhecida também por Serpentário. Na mitologia grega, este agrupamento de estrelas estava associado a Esculápio, deus da medicina. Segundo a lenda, Esculápio passou a dedicar-se à arte da cura após ver uma serpente ressuscitar outra com algumas ervas que trazia em sua boca.

Esta é, inclusive, a origem do símbolo das ciências médicas: duas serpentes enroladas num bastão. Ainda sobre esta constelação, diz-nos o saudoso professor Amaro Seixas Netto:

“Em realidade, o Zodíaco atual tem treze constelações. Desde 1952, temos adotado esta Constelação Zodiacal em nossos estudos, criando assim o Zodíaco perfeito e exato sobre a Eclíptica. Esta descoberta decorreu duma análise profunda do curso do Sol zodiacal, e deste modo propusemos a sua notação na Faixa Zodiacal bem como criamos o seu signo, publicado na Imprensa para registro. Pode observar-se que o Sol, no Zodíaco, percorre pequena parte do Escorpião e logo entra no Ofiuco, para depois ingressar em Sagitário.” SEIXAS NETTO, A. O zodíaco. São Paulo : Editora do Escritor, página 60.

Para alguns astrólogos, a polêmica a respeito da existência de um 13° signo não faz sentido, haja vista que não são as constelações lá no céu que influenciam os seres aqui na Terra e sim energias cósmicas que tomam como referência os signos tradicionais. Há também opiniões que procuram justificar que tanto a cobra (Ofiúco) como o escorpião são animais que trocam de pele, indicando uma personalidade sujeita a grandes flutuações, e que, neste caso, Ofiúco vem a ter o mesmo significado astrológico de Escorpião.

Portanto, apesar de termos 13 constelações zodiacais, com a inclusão de Ofiúco, a divisão do zodíaco em doze signos, para efeito da astrologia, segue a antiga tradição e não precisa levar em consideração as mudanças estabelecidas pela UAI, o que muitos astrônomos consideram uma imperfeição. E como a divisão do zodíaco em signos não apresenta nenhum interesse prático maior para a astronomia, o surgimento de Ofiúco como região zodiacal em nada deverá abalar as crenças e os estudos astrológicos, pois os astrólogos sabem que suas concepções não partem das constelações e sim dos signos, que são meras convenções.

Paulo Araújo Duarte. Professor de Astronomia do Departamento de Geociências da Universidade Federal de Santa Catarina.

Arte! Voilà!


“Bom, esse quadro realmente mostra aquilo que parece ser”

“Bom, esse quadro realmente mostra aquilo que parece ser”

É, Homer Simpson, no final das contas, era um cara inteligente. O que mais um quadro pode mostrar senão aquilo que ele mostra? Posso parecer ridícula falando de arte, afinal, sou tão leiga nesse assunto quanto qualquer um.

Toooodo mundo já ouviu falar daqueles animais que pintam e bordam, talvez até mesmo crianças que são os pequenos prodígios da arte moderna, mas… O que diabos eles querem dizer? Um animal pode até ter noção de cor e textura, mas que idéia ele passa? E uma criança? Ela sim tem uma idéia, mas… E daí? Olhar uma mancha numa tela não significa nada, onde ficam os VERDADEIROS artistas? Aqueles que dedicaram suas vidas à arte do desenho, da escrita, da fotografia, do teatro, etc.

Eu tive que fazer um blog anexo à este (link aqui) para poder mostrar ao mundo o que eu entendo de arte.

Certa vez ouvi uma frase que mudou minha visão: ” Arte é aquilo que faz eu sentir alguma coisa. Se não me faz sentir coisa alguma, então é uma merda.”

Concordemos que entrar em um MASP, um Louvre para olhar para uma tela/ escultura e ficar dizendo- com a mão no queixo- : “Hum, o artista quis dizer que o mundo não é mais tão redondo pois há muita desigualdade social” enquanto se olha para uma bola de papel amassada enfiada num graveto qualquer, não é uma coisa inteligente de verdade.

Bem, fica aí a minha opinião (que não foi pedida).

Changes.


Stress

Algumas mudanças são drásticas, são chatas, são difíceis. A maioria delas fazem com que nós fiquemos meio que perdidos em meio à tanta novidade, mas o que fazer nesse mato?

Eu passo por essa fase de adaptação, atrasada, concordo, mas ainda assim não tenho conseguido me adaptar à tantas coisas. É tudo muito diferente, sotaques, costumes, clima… Nunca se sabe o que vai acontecer, ainda tenho medo do que tem lá fora, mas sei que eu vou me dar bem.

Há pessoas que entram em desespero, fazem todos os tipos de coisa, há aquelas que se saem bem em situações de pressão, passam por isso e, no final, dá tudo certo.

Imagino eu que todas as mudanças sejam para o bem, mas não acredito em mudanças pessoais, mas esse não é o assunto, vejamos bem o fato de que, mudar, seja de rua ou de país (talvez planeta num futuro pós apocalíptico de 2012), faça com que as pessoas reflitam nas coisas e pessoas que “deixaram para trás”. Ter esse tipo de separação faz bem? Afinal, sempre se sente meio solitário quando se está longe das pessoas que se ama, mesmo quando se está casado, ou rodeado de novos amigos (nada como as coisas velhas, concordem).

Mas aí, fica a pergunta: “O que se deve fazer para alcançar, pelo menos, uma porcentagem da felicidade que deixamos pra trás?”

Quem souber, por favor, me diga. Preciso desse pouquinho.

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